Não muito longe dos Cloud Peaks, um antigo dragão vermelho chamado Balagos esporadicamenet asssola a região. Os anões do Trono de Bronze desafiam o dragão em suas revoadas, mas ainda não conseguiram descobrir onde é seu covil.
esta é a INTRODUÇÃO
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PEDRA ESCARLATE
Em algum lugar da vastidão da Costa da Espada, três cidades muito diferentes entre si têm algo em comum: por metade de um dia, quatro vezes por ano, Foris, Nemus e Porta, separadas por cinqüenta léguas, se tornam uma só, graças à antiqüíssima magia de três portais. O trio de agigantados arcos, assentados no centro de cada uma das cidades, ativa-se a cada solstício e equinócio e traz comércio e alegria para as três urbes durante todo o Festival das Três Cidades.
Mas uma dessas noites é mais especial que as outras, pois no solstício de inverno ocorre a Grande Busca pela Pedra Escarlate. A cada ano, e todo ano, uma gema vermelho-brilhante é oculta em algum lugar nas cercanias de um dos três burgos, e campeões de cada um iniciam a procura pela pedra. Aquele que a encontrar, atravessar as três cidades (usando os portais) e chegar à sua cidade de origem receberá uma grande recompensa, além de reivindicar a posse da Pedra Escarlate à cidade vencedora — um ato que se diz trazer fortuna para o lugar.
Além dos campeões de cada uma das cidades, qualquer aventureiro que se considere apto (e um pouco louco) pode tentar a sorte procurando pela Pedra — não que algum já tenha conseguido realizar a proeza, ou sobrevivido o suficiente para receber os louros da vitória.
Sim, a Busca pela Pedra Escarlate é um festival brutal e violento, mas ao invés de assustar, arrecada ainda mais interessados em desfrutar dos prazeres de cada uma das cidades, enquanto apreciam o massacre de incautos à cata do prêmio sangrento.
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Nossa história começa bem ao sul, nos Cloud Peaks, bem onde as montanhas misturam-se com as Werewoods, duzentos quilômetros a leste de Candlekeep. Naquelas montanhas, um clã de anões estabeleceu-se há um século. E no ano corrente, o rei decidiu enviar um de heterodoxo de aventureiros para o Festival das Três Cidades. Chamando a si mesmos de a Companhia do Corvo Branco, este grupo, formado por um dos muitos sobrinhos do Rei e seus companheiros (um elfo e três homens) já há alguns anos se provavam competentes em repetidos enfrentamentos contra as muitas ameaças das cercanias. Era hora dos anões se fazerem presentes na grande comunidade da Costa da Espada, e assim o grupo foi enviado como representantes do Trono de Bronze.
A cidade mais próxima era Nemus, inserida num denso bosque, e para lá se dirigiu a Companhia.
A Companhia do Corvo Branco é:
Dijon Rumble, anão Warlord – de longos cabelos brancos, trançados como sua barba, o olhar plácido e pensativo desse estudante da arte militar anã esconde um líder resiliente e incansável. Luta com uma cimitarra.
Kelric, homem Fighter – Da pele cor de azeviche, Kelric fora uma criança escravizada por nobres de Anm. Quando conseguiu sua liberdade estrangulando seus senhores, não teve opção senão fugir para longe. Eventualmente encontrou os anões do clã do Trono de Bronze, que identificaram nele o potencial para um grande guerreiro, e o criaram como um deles.
Lithanos Harkário, elfo Ranger – o taciturno elfo patrulheiro de cabelos escuros e pele bronzeada aliou-se à Companhia do Corvo Branco porque procurava um novo lar após décadas de vagâncias. Há muito ele procurava por aventureiros com quem se entrosar e enfrentar os perigos do mundo. Ambidestro, usa sempre duas lâminas.
Will Weaton, homem Wizard – o jovem e imberbe Will é impelido por duas grandes forças: a magia e o álcool. Entre a bebedeira e as explosões mágicas, é difícil decidir em qual das duas áreas Will atinge excelência. Seu implemento é a varinha.
Colin Hill, homem Fighter – descendendo de uma antiga linhagem de monges lutadores, Colin Hill aliou-se aos anões em busca de técnicas inovadoras de luta. Forte e atarracado, é quase tão maciço quanto um anão, e raspa a cabeça na tradição da ordem monástica de seu pai. Especializou-se no combate com bastões.